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Editora Berlendis apresenta Grandes Poetas para as crianças

Postado por Elizabeth Misciasci em 15/04/2011
Imprensa Revista ZAP
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Coleção Prima Rima explora o mundo mágico da linguagem poética

Chega às livrarias, este mês, a obra A Fiança, escrita em 1798 por um dos maiores poetas da língua alemã, Friedrich Schiller. Ele se inspirou em um episódio que teria ocorrido em Siracusa, na Sicília, no século IV antes de Cristo. Com tradução integral de Juliana P. Perez e ilustrações de Jenny Brosinski, este é o segundo livro da coleção ‘Prima Rima’, da Berlendis & Vertecchia Editores.
Rimas, trocadilhos e metáforas são alguns recursos estéticos da obra que retrata a tragédia vivida pelo herói Dâmon. Capturado e condenado à morte ao tentar livrar sua cidade do tirano Dionísio, Dâmon negocia com o rei alguns dias para casar a irmã antes de ser executado, e deixa como fiança seu amigo Fíntias para morrer em seu lugar caso não volte no prazo estabelecido. Schiller, por meio das tragédias da vida, transmite ao leitor a supremacia da moral sobre o egoísmo. Assim a amizade entre o herói e Fíntias é colocada à prova.
Enriquecido com ilustrações fascinantes, o livro desperta a atenção do pequeno leitor e o faz conhecer o rico vocabulário da língua portuguesa, além de trazer a versão original do poema, em alemão, reproduzido bilíngue na íntegra ao final do livro. A cuidadosa tradução preserva o esquema métrico e as rimas, vertendo a balada para uma linguagem fluente e atual, mas sem perder a fidelidade com relação ao original.
Segundo o editor Bruno Berlendis, “a coleção ‘Prima Rima’ apresenta a poesia em suas diversas formas, como baladas e sonetos, entre outras, e alia ao rigor formal e estético um ‘enredo’ atraente para o público infantil. Esta é uma forma divertida de o jovem leitor iniciar-se nesse rico universo por meio do contato com alguns de seus mais ilustres autores”, explica o editor.
- "As crianças gostam muito de poesia, mas é importante que elas ganhem repertório, para poder entender por si mesmas que não basta apenas a rima para se fazer poesia. É possível dizer que é próprio da criança criar usos inusitados, não descritivos da palavra, jogando uma contra a outra e assim por diante – algo bastante próximo da riqueza da linguagem poética, afinal", afirma Berlendis.
De acordo com o editor, as ilustrações das obras infantis têm suma importância, cada uma com uma função diferente, conforme a proposta e a maneira como elas se encaixam ao texto. “No caso de ‘A fiança’, as ilustrações sugerem imagens que, também no poema, não estão tão evidentes numa primeira leitura. Há uma parcialidade, um recorte que lembra o recorte poético – só enxergamos o quadro completo depois de terminada à leitura”, finaliza.

Sobre o autor
Johann Christoph Friedrich von Schiller (*1759, Marbach –1805, Weimar) é um dos mais importantes poetas da língua alemã. Sua amizade com Goethe inspirou a redação de alguns de seus poemas e dramas mais belos. Em 1797, ano que ficou conhecido como Balladenjahr (‘ano das baladas’), a frutífera colaboração entre os dois poetas deu origem a um grande número de criações nessa forma poética que se inspira na canção popular e que incorpora elementos narrativos. Alguns dos mais notáveis poemas de Schiller pertecem a esse período, como ‘O mergulhador’ [Der Taucher], ‘Os grous de Ibisco’ [Die Kraniche des Ibyskus], ‘O anel de Polícrates’ [Der Ring des Polykrates] e ‘A luva’ [Der Handschuh]. A capacidade de criação de Schiller permaneceu inabalável mesmo durante a grave doença pulmonar que acabou por levá-lo à morte em 28 de abril de 1805.
O poema ‘A fiança’ foi escrito em agosto de 1798 e publicado pela primeira vez no ano seguinte no Almanaque das Musas [Musen-Almanach], revista que Schiller editou de 1794 a 1800. O autor inspirou-se num episódio que teria ocorrido na ilha italiana da Sicília, no século IV antes de Cristo. Segundo esse relato, o tirano Dionísio coloca à prova a amizade entre Dâmon e Fíntias. Em sua balada, Schiller utiliza elementos de diferentes versões da história e a enriquece com novos recursos.

Sobre a ilustradora
Jenny Brosinski nasceu na cidade de Celle, na Alemanha, e estudou desenho na Escola Superior de Hamburgo. Também estudou ilustração na École Supérieure des Arts Décoratifs [Escola Superior de Artes Decorativas] de Estrasburgo, com uma bolsa do Office Franco-Allemand pour La Jeunesse [Escritório Franco-Alemão para a juventude]. Em seguida, estudou desenho e escultura na Escola Superior de Artes de Berlim.
Além de livros de arte e infantis, Jenny Brosinski desenha e pinta temas livres e produz gravuras em grandes formatos. Seus desenhos foram expostos no Slon Du Livre de Jeunesse [Salão do Livro da Juventude], em Paris, entre outros lugares. Hoje, a artista vive em Berlim.

Sobre a tradutora
Juliana P. Perez é tradutora e professora de literatura alemã na Universidade de São Paulo (USP). É autora de artigos sobre Rainer Maria Rilke, Kafka, Octavio Paz, Bruno Tolentino, Elza Lasker-Schüller, entre outros, e do livro Offene Gedichte (“Poesias abertas”), sobre o poeta Paul Celan.

Ficha técnica:
Organizador da coleção e editor: Bruno Berlendis

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